Cérebro: o hipotálamo, centro de controle situado na base do cérebro, libera do organismo endorfina, com propriedades analgésicas e calmantes.
Nariz e garganta: o ar proveniente dos pulmões bate nas cordas vocais, que emitem sons incoerentes.As glândulas salivares e lacrimais aceleram sua produção e se descontrolam.
Rosto: os músculos do rosto se contraem, especialmente o risório e o zigomáricolA tensão deste último pode dar uma aparência enganosa de sofrimento.
Coração: bate mais rápido. Após terem se estreitado, as artérias se dilatam, provocando uma sensação de bem-estar.
Tórax: os pulmões expelem enormes quantidades de ar, a grande velocidade. O diafragma se move, provocando fortes espasmos respiratórios em toda a caixa torácica.
Ventre: os músculos abdominais se contraem com força, o que é bom para a vesícula. Ás vezes, o esfincter se relaxa, ocasionando uma desagradável incontinência urinária.
Pernas: os músculos se relaxam e a pessoa se curva de tanto rir.
Pés: até os dedos dos pés se agitam.
UM CHOQUE LIBERTADOR
em alguns segundos, o riso sacode o corpo dos pés à cabeça. O riso exercita e relaxa a maior parte dos músculos, incluindo o coração, as artérias e os pulmões. O baço, por sua vez, é uma das poucas partes do corpo não alcançadas pela comoção provocada pelo riso.
TERAPIA DO RISO
Fonte: Revista Isto é 15/ 04/ 1998

MAIS INFORMAÇÕES PODEM SER ENCONTRADAS NA MONOGRAFIA:

OLIVEIRA, Roszigraci Simões. Especialistas do Riso- Arte e Humanização Hospitalar.
Universidade Federal do Espírito Santo - UFES / Vitória, ES - Janeiro/2000
Biblioteca Setorial do Centro de Artes/UFES

- Mudanças que ocorreram nos hospitais deste Estado a partir da interferência do projeto Especialistas do Riso - Pioneiro em Arte para humanização hospitalar, desde 1995:

. Visão do hospital - a mudança que houve na estrutura física: pinturas nas paredes, inserção de salas
de recreação no cotidiano...

.Visão do médico - vendo a pessoa inteira, não mais: “só a doença em si”.

· Visão da enfermagem – passou a adotar novo comportamento de contato social com o doente.

· Visão do paciente – vê o hospital mais como um lugar de tratamento e cura (antes via mais como lugar
de dor e medo),

·Visão da equipe hospitalar -visão humana do hospital, como um todo, tendo o projeto como referência
em arte para humanização hospitalar desde 1995.